sábado, 2 de fevereiro de 2008

Corinthians fica no zero com Mirassol e anota terceiro empate

Futebol/Campeonato Paulista - (02/02/2008 18:01:43)
Corinthians fica no zero com Mirassol e anota terceiro empate
Julio Simões, especial para a GE.Net

São Paulo (SP) - Depois de passar dois jogos sem ver o time balançar as redes, o torcedor do Corinthians novamente voltou para casa sem soltar o grito de gol. Neste sábado de Carnaval, o time do Parque São Jorge enfrentou o calor de 32 graus em São Paulo, mas não superou com o Mirassol, ficando no empate por 0 a 0 no Morumbi.

Na próxima rodada, o Corinthians volta a jogar fora de casa, contra o Barueri, na Arena. Já o Mirassol também segue atuando distante de sua torcida, uma vez que encara o Bragantino, no Marcelo Stefani, em Bragança Paulista. As duas partidas ocorrem na próxima quarta-feira, mas o Mirassol atua às 19h30 e o Corinthians às 21h45 (ambos horário de Brasília).

O jogo – Jogando sob forte calor, que voltou a atingir a capital paulista neste sábado de Carnaval após dias de chuva, Corinthians e Mirassol começaram o primeiro tempo da partida em ritmo lento. No início, o time da casa investiu bastante na manutenção da posse de bola para avançar pelas pontas, mas a falta de qualidade nos toques impediu a evolução das jogadas da equipe. Já os visitantes marcavam forte e só ameaçavam nas bolas paradas.

Porém, o principal lance só aconteceu aos 24 minutos, quando Dentinho tabelou com Alessandro na direita e arriscou a finalização, na saída do goleiro Alexandre Fávaro. A zaga do Mirassol, no entanto, estava atenta e conseguiu evitar o primeiro gol do jogo. Aos 30, o Corinthians investiu novamente pela direita e, após Alessandro conseguir roubar a bola, o lateral Coelho tentou duas vezes, a segunda por cima da meta do Mirassol.

Três minutos depois, Bruno Octávio dominou no meio de campo e acertou a inversão para Dentinho, que tabelou com Alessandro novamente e arriscou o chute. A bola, no entanto, voou por cima da meta de Alexandre Favaro. A primeira boa chance do Mirassol, por outro lado, aconteceu só no fim da primeira etapa. E com a ajuda da zaga corintiana. No lance, o capitão Willian decidiu recuar para Felipe e, de peito, assustou o goleiro, que enviou pela linha de fundo.

Com isso, a partida seguiu bastante disputada, mas sem gols até o intervalo. Para o capitão Willian, o Corinthians precisaria voltar a atuar como no começo do primeiro tempo, quando ameaçava a equipe do Mirassol investindo na troca de passes. “Quando demos dois toques, conseguimos chegar. Depois, paramos com isso e caímos de produção. Vamos tentar voltar a fazer isso no segundo tempo”, analisou o defensor corintiano.

Na segunda etapa, o treinador Mano Menezes optou por substituir o estreante Lima, que não jogava uma partida oficial há 14 meses, por Herrera. E em seu primeiro lance, o argentino conseguiu render mais do que o substituído em todo o primeiro tempo. Após receber passe na frente da área, Herrera arriscou o chute forte e mandou a bola rente ao travessão do goleiro Alexandre Fávaro, demonstrando que a troca deixaria o time mais ofensivo do que no primeiro tempo.

A partir daí, o Corinthians passou a dominar todas as ações do jogo. Comandado por Alessandro, o time de Mano Menezes pressionou o Mirassol e conseguiu outra boa jogada aos 13 minutos. No lance, Coelho cruzou para a área e Fabinho, que reestreou pela equipe nesta tarde, cabeceou rente à trave adversária, desperdiçando mais uma chance ofensiva do Corinthians. Aos 18, foi a vez de Bruno Octávio quase marcar, em lance curioso. O defensor chutou alto do meio-campo e Fávaro quase aceitou o gol.

No final, aos 40, o Corinthians voltou a levar perigo ao Mirassol com o uruguaio Acosta, que dominou dentro da área, ganhou a disputa com o zagueiro e arriscou no ângulo direito de Alexandre Fávaro, que se esticou todo e desviou a bola para fora. Na seqüência, o Mirassol aproveitou vacilo do Corinthians e avançou pela direita. Após chute forte, o goleiro Felipe interceptou e fez a defesa. O placar em branco, então, se manteve até o apito final.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Ficha técnica: Sertãozinho 0 x 0 Corinthians

Ribeirão Preto (SP) - FICHA TÉCNICA
SERTÃOZINHO 0 X 0 CORINTHIANS

Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data: 30 de janeiro de 2008, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César de Oliveira
Assistentes: Nilson de Souza Monção e Leonardo Ferreira Alves
Cartões amarelos: Ceará, Marcos Denner e Lucas (S)
Cartão vermelho: Perdigão (C)

SERTÃOZINHO: Lauro; Pedro Paulo, Galeano e Erivélton; Ricardo Lopes, Elias, Ceará (Rodrigo Silva), Assis (Wesley) e Lucas (Leandro Smith); Marcos Denner e Thiago Silvy
Técnico: Luís Carlos Barbieri

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Bruno Octávio, Perdigão, Carlão (Coelho) e Dentinho; Acosta (Bóvio) e Finazzi (Herrera)
Técnico: Mano Menezes

Jogo Chato

Empate chato, com alguns lampejos de criatividade. O Sertãozinho ficou com 65% de posse de bola, mas não sabia como finalizar. O Corinthians jogava no contra-ataque, com certo perigo. Talvez se o Perdigão não tivesse sido expulso as coisas poderiam ser melhores. No segundo tempo Finazi deu lugar ao gringo Herrera, que mostrou mais disposição, mas quase não chutou a gol. O time não jogou muita coisa, exceção feita ao Chicão, William, André Santos e Felipe. Acosta estava ausente e foi substituido novamente. Bóvio, que entrou em seu lugar, não conseguia fazer UM passe certo, impressionante. No final saímos no lucro com um 0 x 0 em Ribeirão Preto.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Barras pede para pegar Timão em Brasília

29/01/2008 - 19h25m

Barras pede para pegar Timão em Brasília

Estádio Albertão, em Teresina, não é aprovado e time do Piauí quer lotar o Serejão
Do GLOBOESPORTE.COM em São Paulo

Futura Press/Ag.Tarde
Arquibancada do estádio Fonte Nova do Bahia, que fez CBF pedir laudo de vários estádios no Brasil

O Barras-PI, adversário do Corinthians na primeira fase da Copa do Brasil, enviou à CBF uma solicitação nesta terça-feira pedindo a mudança da partida de ida, em 13 de fevereiro, de Teresina (PI) para Brasília (DF). O motivo é a interdição do estádio Albertão, para onde estava marcada a partida inicialmente.

O local não foi aprovado pelo Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), que considerou o estádio perigoso para os torcedores. A CBF também aguardava para esta terça-feira um laudo liberando o Albertão, o que não chegou. Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária não aprovaram o estádio.

A escolha de Brasília, segundo informou o presidente do Barras, Paulo Afonso, é para atrair um bom público, que dê uma boa renda. O local escolhido é o Serejão, do Brasiliense, que fica mais precisamente em Taguatinga, cidade satélite da capital federal.

- Poderíamos levar para Fortaleza (CE) ou Belém (PA), mas preferimos Brasília por esse motivo - diz Afonso à TV local Cidade Verde.

A CBF pediu os laudos de todos os estádios que seriam usados na Copa do Brasil depois da tragédia no estádio da Fonte Nova. Na fase final da Série C do ano passado, sete pessoas morreram após parte da arquibancada desabar em jogo do Bahia.

O Corinthians informou que ainda desconhece a decisão do Barras.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Paulista de 1995

Os anos de 1991 a 1994 foram duros para o Corinthians. Perdemos o Paulista de 91 para o São Paulo, vimos eles serem campeões da Libertadores. Amigos viraram casaca nessa época (tinhamos 10 anos).
Em 1993 vimos o time voltar a jogar bem. Tínhamos o carrocel caipira. Foi o ano em que eu fui ao estádio pela primeira vez, no jogo contra o Juventus no Pacaembú (perdemos por 2x1). No primeiro jogo da final do paulista, Viola fez o seu gol e imitou um porco. O Palmeiras não ganhava nada há 16 anos, e nós achávamos que o título já estava em nossas mãos. Pelo visto os jogadores também acharam, porque no segundo jogo tomamos um vareio de 3 x 0 no tempo normal. Poderíamos fazer um gol na prorrogação e levar a taça, mas tomamos mais um e ressucitamos a porcada. Chorei escondido o resto da tarde. No Rio-SP perdemos mais uma final para eles. No Brasileiro o time estava invicto o campeonato inteiro, e quando chegou a partida decisiva contra o Vitória o time perdeu e não foi para a final contra o Palmeiras. Que ano!
Em 94 mais derrotas. No Brasileiro, era melhor nem ter chegado à final. Eu pelo menos já me preparava para o pior. Depois de perder a primeira partida por 3 x 1 para o Palmeiras, começamos o 2º jogo com um gol do Marques, e a esperança voltou. Mas foi só um gol, e o Rivaldo (fdp) empatou e garantiu o titulo deles. Ao menos neste ano ganhamos a Copa Bandeirantes, que dava acesso à Copa do Brasil.
1995 começou com os títulos da Copa São Paulo de Juniores e o Carnaval pela Gaviões. Bom sinal. Aquela caneca cinza com o simbolo do timão que meu pai usava em dia de títulos, estava empoeirada fazia cinco anos. Eu mesmo não lembrava de muita coisa do último titulo do Corinthians, quando tinha 9 anos. Mas este ano foi diferente. Tinhamos um timaço com Ronaldo, Silvinho, Zé Elias, Marcelinho, Souza, Viola e outros. Na Copa do Brasil, fomos avançando até chegar a final com o Grêmio. Não poderia ser mais difícil. Mas ganhamos aqui e lá no Olímpico. Eu nem sabia mais como comemorar... E a caneca voltou a ser usada. Mas ainda tínhamos que nos vingar do Palmeiras.
E chega a final do Campeonato Paulista. É nossa chance. No primeiro jogo da final, 1x1. No segundo jogo, eu não consegui assistir. Fico nervoso demais assitindo esse tipo de jogo, e naquela época mais ainda. Fiquei na rua tentando não pensar no jogo, o que era impossível. Entrei na casa de um amigo meu, e mesmo sendo são paulino, ele estava assistindo. Foi quando eu vi o Palmeiras fazendo o primeiro gol. Mais sofrimento. Mas depois o Marcelinho bateu uma falta perfeita, e a bola foi no ângulo do Veloso. Não aguentava mais e voltei para casa. Quando lá cheguei, vi meu pai (outro fanático) assitindo o Silvio Santos, com uma cara de extrema preocupação. Se a situação não fosse tão tensa eu daria muita risada. Sentei no sofá sem falar uma palavra. Os olhos iam em direção à TV, mas a cabeça estava na prorrogação que estava sendo jogada naquele momento. O Corinthians poderia empatar para garantir o título e a vingança. E então ouvimos os rojões. Olhei para o meu pai, e ele olhou para mim. Momentos de apreensão. Ninguém tinha coragem de mudar de canal. E se o gol fosse deles? Então eu levantei e fui trocar de canal. Mas era Elivélton, e seu canhão de fora da área acabando com o nosso sofrimento. Dos títulos que eu vi, foi de longe o mais tenso.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Choradeira

Sãopaulino é chato demais. Eles nunca vêem quando são beneficiados. E dessa vez não foram erros claros, foram lances de interpretação. Pois então deveria ser feita a interpretação deles? Isso se chama desvio de foco, para não chamar a atenção da imprensa nas seguidas falhas do Roxério Cena, as seguidas patadas do Richarlysson nos adversários e o passe no meio de campo deles que sempre sai errado.

Reclamem bastante, bando de chorões. Porque esse ano vocês não vão ganhar nada.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Diário de torcedor – Um sonolento e importante empate

A vantagem era toda deles: time entrosado, a maior contratação do futebol brasileiro da temporada e um elenco razoável. Do nosso lado apenas o triplo F: Fiel, Felipe e Finazzi. Na, talvez, única peleja entre Corinthians e São Paulo do ano o resultado final foi o empate, mas não seria exagero o Corinthians ter saído com a vitória se Finazzi tivesse acertado aquela cabeçada e não sei quem ter errado aquele chute sem goleiro.
Mano surpreendeu a todos escalando 3 volantes e tirando o jovem Everton Ribeiro do time. Opinião pessoal, mas não sou nada fã de três volantes principalmente quando um deles é o B.O. Com a chegada de Fabinho e o Bóvio melhorando o físico, podemos entrar em alguns jogos com esse esquema com o trio Fabinho, Perdigão e Bóvio liberando Dentinho para atacar com Finazzi e Acosta.
E foi o Corinthians que tomou a iniciativa no clássico desta tarde. Apesar de estar impedido, o uruguaio Acosta levou perigo ao gol de Rogério Ceni, o narigudo, logo no primeiro minuto, quando cabeceou da pequena área. A melhor chance alvinegra, porém, foi aos 5min, quando Finazzi recebeu cruzamento de Dentinho e cabeceou por cima com o gol escancarado.
Com o meio-campo congestionado pelo esquema mais defensivo do adversário, o Bambi FC teve dificuldades para criar boas jogadas. Mas esse não foi o único problema do time do Morumbi. Novamente abusando dos erros de passe, as duas alas foram os principais alvos do Corinthians na primeira etapa.
E aos 20 minutos o jogo ficou equilibrado e pode-se resumir a uma palavra: sono.
E assim foi o jogo até o final. Tirando alguns detalhes como o passe que Lulinha não deu para Finazzi ou algum outro lance, um jogo que merece ser esquecido e se não tivermos mais jogos contra esse time da Vila Sônia iremos para 2 anos sem derrotas contra eles. Para o campeonato o resultado foi bom, um empate fora de casa contra um time entrosada sempre vale a pena. De certa forma, o saldo negativo contra o São Caetano vai sumindo aos poucos.
A sim. Adriano falou, falou e não jogou nada. Um verdadeiro mico da Imperatriz do Morumbi. Só me lamento de não poder sair do Morumbi cantando o samba enredo 2008: “Doutor eu não me engano/ Quem tem Finazzi não precisa de Adriano”
Na próxima rodada, enfrentamos o Sertãozinho em Ribeirão Preto. O programa da tarde é ir ao Pingüim beber umas com o Sócrates e ver o Coringão vencendo mais uma e rumando para o topo da tabela.

Ficha do Jogo - São Paulo 0 x 0 Corinthians

Futebol/Campeonato Paulista - (27/01/2008 18:10:55)
Ficha técnica: São Paulo 0 x 0 Corinthians


São Paulo (SP) - FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 27 de janeiro de 2008, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Renda: R$ 668.390,00
Público: 41.221 pagante (145 não pagantes)
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho
Assistentes: Maria Eliza Correia Barbosa e Carlos Augusto Nogueira Júnior
Cartões amarelos: Joilson (SP), Alessandro (Cor), Chicão (Cor) e Rogério Ceni (SP)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Joilson (Carlos Alberto), André Dias, Miranda e Richarlyson; Fábio Santos, Hernanes, Souza e Jorge Wagner; Dagoberto e Adriano.
Técnico: Muricy Ramalho

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Bruno Octávio, Perdigão (Bóvio), Carlão e Dentinho (Coelho); Finazzi e Acosta (Lulinha).
Técnico: Mano Menezes.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Corinthians 2x0 Paulista - A redenção de Acosta

Depois de perder para o São Caetano por 3x1, o timão entrou em campo no Morumbi pressionado. E o jogo começou truncado no meio campo, mas nas poucas vezes que o Corinthians chegava, era com perigo. Finazi recebeu cruzamento perfeito de Dentinho, matou no peito, mas perdeu o dominio da bola e perdeu a oportunidade de fazer um belo gol. Acosta estava escondido, e a torcida pegava no seu pé. Chicão deu uma furada terrível e o Paulista fez gol, corretamete anulado por impedimento. Everton Ribeiro finalmente mostrou porque foi promovido das categorias de base e deu uma arrancada, deixando alguns jogadores do Paulista para trás, fingiu que ia chutar de fora da área e tocou para o lateral André Santos avançar e encher o pé. 1 x 0.
No segundo tempo, Alessandro veio pela esquerda, confundindo a marcação do time de Jundiaí, e cruzou para Acosta, de letra, fazer um golaço. Golaço mesmo, de craque, que comemorou exaustivamente. Ele não jogou muito bem, mas mostrou para que veio. E é só o primeiro jogo, e o time precisa se encaixar para ele poder ajudar mais.
E o próximo jogo só é contra o São Paulo. Quer um teste mais difícil?

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 2 X 0 PAULISTA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 23 de janeiro de 2008, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Ferreira Lima (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Hilton Francisco de Melo (ambos de SP)
Cartões amarelos: André Santos, Coelho e Bruno Octávio (C); Thiago Fraga, Dema e Rafinha (P)
Público: 9.490
Renda: R$ 146.616

CORINTHIANS: André Santos, aos 29 minutos do primeiro tempo. Acosta, aos 14 minutos do segundo tempo CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Bruno Octávio, Perdigão (Carlos Alberto), Everton Ribeiro (Coelho) e Dentinho; Acosta (Lulinha) e Finazzi
Técnico: Mano Menezes

PAULISTA: Adinam; Dema, Diego Padilha e Devas; Marco Aurélio, Thiago Fraga (Marcelo Toscano), Réver, Ricardinho, Rodrigo Fabri (Júlio César) e Fábio Vidal (Rafinha); Neto Baiano
Técnico: Marcus Vinícius

Manga pertence 85% à Medial Saúde

24/01/2008 - 05h00m

Manga pertence 85% à Medial Saúde

Empresa, que já estampa marca na camisa, fica com maior valor de um novo patrocinador
Marcel Rizzo Marcel Rizzo Do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo entre em contato

O Corinthians procura uma empresa para patrocinar o time e estampar sua marca nas mangas da camisa, mas quem precisa dar o aval para o acordo é a Medial Saúde, parceira que aparece na frente e nas costas do uniforme. E esta vai levar 85% do que for fechado pelo Timão para a manga, apurou o GLOBOESPORTE.COM.

A questão é que o ótimo acordo fechado com a Medial Saúde, empresa do ramo de seguros hospitalares, estipula que a manga também pertence a ela. No momento, a Medial aparece apenas na frente e nas costas. Mas os R$ 16,5 milhões anual vale para a manga e a seguradora estudava, após a assinatura do contrato, colocar sua marca de odontologia, a E-Nova Odonto, no local.

O problema é que o Corinthians foi procurado por sete empresas interessadas em estampar a marca na manga. E com valores que surpreenderam até o sempre otimista presidente Andrés Sanches: mais de R$ 6 milhões. Só como comparação, o Palmeiras fechou recentemente com a Suvinil, do ramo de tintas, por cerca de R$ 3,6 milhões.

A diretoria, então, procurou a Medial e apresentou as propostas. A empresa também ficou empolgada com os valores oferecidos, mas não topou abrir mão do acordo que já estava assinado. Bem assinado, por sinal. O valor pago pela Medial é o maior entre os clubes brasileiros. O Flamengo recebe R$ 16 milhões da Petrobrás e o Palmeiras, somando Fiat e Suvinil, R$ 12 milhões. A solução foi que a empresa ficasse com a maior parte da verba.

Resumindo: se o Corinthians fechar a manga por R$ 6 milhões, como está cotado, 85% é da Medial (R$ 5,1 milhões), 15% do Timão (R$ 900 mil). Qual a vantagem para os corintianos? Somaria R$ 17,4 milhões em patrocínio, algo inédito no futebol brasileiro e justamente no ano em que o clube foi rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Das empresas que procuraram o Timão, três estavam mais cotadas: uma do ramo de construção (C&C) e duas de telefonia (Vivo e Oi). No momento, a diretoria aguarda para divulgar a vencedora e o valor da negociação.

PATROCÍNIOS NOS CLUBES BRASILEIROS
CLUBE PATROCINADOR VALOR/ANO
Corinthians Medial Saúde R$ 16,5 milhões
Flamengo Petrobras R$ 16 milhões
São Paulo LG R$ 15 milhões
Palmeiras Fiat + Suvinil R$ 12,1 milhões
Santos Semp Toshiba R$ 8,5 milhões
Botafogo Luquigás R$ 8 milhões
Cruzeiro Tenda R$ 6 milhões
Vasco Habib´s R$ 3,6 milhões
Grêmio Banrisul R$ 3,6 milhões
Internacional Banrisul R$ 3,6 milhões
Atlético-MG MRV R$ 3,1 milhões

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Para espantar fantasmas, Timão busca reação diante do Paulista

Futebol/Campeonato Paulista - (23/01/2008 07:23:26)
Para espantar fantasmas, Timão busca reação diante do Paulista
Luiz Ricardo Fini

São Paulo (SP) - O Corinthians entra em campo nesta quarta-feira com a responsabilidade de mostrar à Fiel que deixou os traumas de 2007 no passado. Depois de sofrer sua primeira derrota no ano, diante do São Caetano, o Timão tentará provar que o tropeço não abalou o grupo e espera manifestar um poder de reação, algo que não aconteceu na temporada do rebaixamento. Assim, o Corinthians duela contra o Paulista, que também precisa de um resultado positivo para reagir no Estadual.

O duelo está marcado para a noite desta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio do Morumbi, já que o Pacaembu segue em reformas. Depois de manter a escalação sem alterações nas duas primeiras rodadas, o técnico alvinegro Mano Menezes terá de escolher uma formação diferente na terceira partida do Campeonato Paulista.

O lateral-direito Eduardo Ratinho selou sua saída do Timão, já que foi envolvido na troca com o volante Fabinho. Assim, o Alvinegro terá novidade na ala direita diante da equipe de Jundiaí. Quem assumirá a vaga é Alessandro, que deixará de atuar no meio-campo. Carlão e Everton Ribeiro brigam pela posição que sobra no meio.

Mas a principal novidade da equipe é a entrada de Dentinho, que conquistou a confiança do treinador. O atleta assumirá a vaga de Marcel. Independente das mudanças, o que o técnico Mano Menezes quer ver é uma postura tranqüila do time no Morumbi. O comandante avisa que o importante é o elenco esquecer a derrota da rodada passada para triunfar diante do time de Jundiaí.

“É possível manter um ambiente de tranqüilidade, as derrotas fazem parte da temporada. É preciso encarar cada derrota como apenas uma derrota, trabalhando os fatos negativos internamente para no jogo seguinte buscar a vitória. Se em cada resultado negativo colocar principio de crise, demora mais para retomar”, afirmou o treinador.

Já o Paulista, que acumula duas derrotas no Estadual, está em situação ainda mais delicada que o Timão. O clube de Jundiaí, que tenta esquecer o rebaixamento para Série C do Brasileiro no ano passado, quer evitar que a crise se instale novamente na equipe.

“Temos que nos recuperar. O Corinthians é uma grande equipe, mas dentro de campo não podemos ficar pensando nisso e temos que buscar os pontos”, afirmou Réver.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS X PAULISTA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 23 de janeiro de 2008, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Ferreira Lima (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Hilton Francisco de Melo (ambos de SP)

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Bruno Octávio, Perdigão, Everton Ribeiro (Carlão) e Dentinho; Acosta e Finazzi
Técnico: Mano Menezes

PAULISTA: Adinam; Bruno Ribeiro, Dema, Éverton e Eduardo; Jairo, Réver, Ricardinho e Rodrigo Fabri; Júlio César e Neto Baiano
Técnico: Marcus Vinícius

Técnico explica excesso de volantes

3/01/2008 - 13h30m

Técnico explica excesso de volantes

Corinthians tem oito volantes no elenco, contra dois armadores. Mano acha normal
Marcel Rizzo Marcel Rizzo Do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo entre em contato

Mano Menezes tem oito volantes no elenco, sem contar Alessandro, contratado para atuar na função, mas agora deslocado novamente para sua posição de origem, a lateral direita. E dois meias armadores. Três volantes foram contratados nesta temporada (Perdigão, Bóvio e Fabinho), e só Marcel para a armação. Mano Menezes acredita que a opção foi correta e não acredita em erro de planejamento:

- Quais são os oito volantes? - pergunta, quando questionado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM.

Ao ouvir os nomes, questiona dois: Nilton e Marcelo Oliveira estão machucados. Os outros são Carlão (que pode jogar de zagueiro), Bruno Octávio e Carlos Alberto, que somados aos três contratados chegam ao número de oito. Em tempo: Héverton é o segundo armador.

- Quando estes estiverem em condições, vamos analisar o elenco. Mas se contratamos foi porque analisamos que seria preciso. Depois vemos com quais poderemos contar - afirma o treinador, que ainda aguarda um meia canhoto. O diretor técnico Antonio Carlos, porém, está pessimista.

- Não sei se teremos novidade de meia. Está difícil - diz Antonio Carlos. Mesmo assim, o presidente Andrés Sanches disse a conselheiros que negocia com um "p... meia" e que a torcida vai se ajoelhar se este for contratado. É esperar para ver...

Mano muda time e escala Dentinho

2/01/2008 - 18h46m

Mano muda time e escala Dentinho

Meia vai ser titular na vaga de Marcel. Alessandro volta para a lateral direita
Marcel Rizzo Marcel Rizzo Do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo entre em contato

A derrota para o São Caetano fez o técnico Mano Menezes rever seus conceitos. O Corinthians que vai enfrentar o Paulista nesta quarta-feira, no Morumbi, será outro: foram duas mudanças de jogadores e outras alterações táticas.

Marcel deixou o time para a entrada de Dentinho. Esta mudança estava desenhada desde a pré-temporada em Itu, quando o jovem de 19 anos entrava durante os treinos e melhorava o ímpeto ofensivo da equipe. A outra alteração foi a saída de Eduardo Ratinho, negociado com o Toulouse em transação que envolveu o volante Fabinho, e a entrada de Everton Ribeiro. Aí começam as mudanças táticas.

- A saída do Marcel e entrada do Dentinho é por questão técnica. O Dentinho vive um momento melhor e mostrou isso nas duas primeiras partidas. O Everton é uma opção para atuar como armador, uma posição que estamos carentes. O considero mais meia do que lateral - explica o técnico Mano Menezes.

Alessandro deixa a meia e vai para a lateral direita. Dentinho, que costumava atuar pela esquerda quando substituia Marcel, desta vez fará a função ofensiva pela direita, setor que antes era ocupado por Alessandro. Everton Ribeiro e André Santos vão atuar se revezando pela esquerda, com Everton com mais liberdade. Enquanto um joga como lateral, o outro fecha o meio. Acosta, desta maneira, vai ser o segundo atacante, mais próximo de Finazzi, mas com liberdade para buscar a bola no meio.

Mistério até os últimos minutos
Na segunda parte, novo teste de Mano: Everton Ribeiro foi sacado e Carlão entrou. Não para jogar de lateral-esquerdo, como fez na temporada passada. Mas como uma espécie de terceiro zagueiro, liberando assim os alas Alessandro e André Santos.

- Vou manter a dúvida até momentos antes da partida. Gostei das duas formações. Com o Carlão, os alas, Alessandro e André Santos, podem subir mais, têm mais liberdade. O Carlão vai ficar mais preso por ali - comenta Mano.

Everton Ribeiro briga para ser titular no dia em que renovou o contrato até 2012. A multa rescisória foi para R$ 45 milhões, como revelou o GLOBOESPORTE.COM. O jogador tem 18 anos e no ano passado teve oferta do CSKA Moscou (RUS), de dois milhões de euros. O Corinthians não aceitou e tratou de aumentar o salário do atleta.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Sempre na primeira página


Ganhando, perdendo, jogando na 1ª, 2ª, 3ª, 4ª divisão... Sempre vamos estar na primeira página

domingo, 20 de janeiro de 2008

Ficha do Jogo - São Caetano 3 x 1 Corinthians

SÃO CAETANO 3 X 1 CORINTHIANS

Gols: Fábio Luís, aos 18 minutos do primeiro tempo; Acosta (contra), aos 32 minutos do primeiro tempo; Luan, aos 26 minutos do segundo tempo; Dentinho, aos 41 minutos do segundo tempo
Cartões Amarelos: Tobi, Galiardo, Glaydson (SC); Chicão, Perdigão (C);
Estádio: João Paulo II, em Mogi Mirim
Data: 20/01/2008
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Marcos José Alves e Danilo Ricardo Simon Manis
Público: 7.635 pagantes
Renda: R$ 166.155,00

SÃO CAETANO: Luiz, Tobi, Edson Borges, Galiardo, Wilton Goiano, Glaydson, Hernani, Douglas (Canindé), Andrezinho, Rafinha (Ademir Sopa), Fábio Luís (Luan)
T: Amauri Knevitz

CORINTHIANS: Felipe; Eduardo Ratinho (Lulinha), Chicão, William, André Santos; Bruno Octávio, Perdigão, Alessandro, Marcel (Dentinho); Acosta (Héverton), Finazzi
T: Mano Menezes